Mostrando postagens com marcador moral da história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moral da história. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Causo: Curso de Medicina




No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

-Quantos rins nós temos?

-Quatro! - Responde o aluno.

-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala.. - ordena o professor a seu auxiliar.

-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.

O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971),
mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'... '
Nós' temos quatro: dois meus e dois seus.
'Nós' é uma expressão usada para o plural.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!

Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou
' acreditarem' que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!


(Desconheço a autoria)


Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.


domingo, 5 de junho de 2011

Lapso









Certo dia uma moça foi viajar para visitar os pais, pois estava de férias.

Ao chegar no aeroporto ,
comunicaram que seu avião atrasaria
cerca de 2 horas.

Foi a livraria comprar um livro , e também um pacote de biscoitos.

Depois, acomodou-se num local silencioso e sossegado para ler o livro que havia comprado.

Além da leitura, deliciava-se com os biscoitos.

Senta-se ao seu lado um homem,
distraídamente lendo jornal .

Passados alguns instantes, percebe que o moço retirava do pacote a guloseíma.

Estaria degustando os biscoitos
que havia adquirido.

Dividia seus biscoitos.

Com raiva pensou:
"Nossa!
Que cara-de-pau tem esse cara,
comendo meu alimento.
Ai que ódio!
Tenho vontade de falar umas verdades .
Será que não tem vergonha de comer minhas bolachas na cara dura?"

Tentou continuar sua leitura, mas não conseguiu.

Prossegue observando o rapaz
dividindo o pacote.

Na última bolacha, a moça não
esperava sua reação.

O rapaz partiu ao meio, comeu uma metade e deixou a outra no pacote para ela comer.

Mesmo com esse gesto a moça continuava, silenciosamente, censurando a atitude do rapaz e remoendo sua indignação.

O auto falante do aeroporto anuncia o embarque do avião que iria lhe levar
ao seu destino.

Desolada com o acontecimento e
lembrando-se do ocorrido, senta-se na sua poltrona da aeronave, coloca o cinto para decolar.

Leva a bolsa ao colo e procura no interior o livro para completar a leitura.

Sente nas mãos , além do livro ,
o pacote de biscoitos.

Nesse instante, compreende o seu lapso.

Percebe que o rapaz não havia lhe enganado.

Os biscoitos que tinha comprado
estavam intactos.

Havia comido os do pacote daquele desconhecido,
que julgou de mal educado.

Em nenhum momento ele a censurou e impediu de partilhar o alimento.

Enquanto ela estava se consumindo no seu egoísmo e pensamento errado ao moço.

E, a última bolacha, compartilhou com ela.

A moça ficou com remoço...


MORAL DA HISTÓRIA:

Muitas vezes,
ficamos com raiva de quem nenhum mal nos fez, só por um conceito errado do outro, formulando idéias e pré julgamentos contrários que podem prejudicar quem não merece.

PENSE E REFLITA!


AUTOR DESCONHECIDO

sábado, 4 de junho de 2011

CASTELO DE AREIA


Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia.
Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia,
com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo,
reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado,
mas tive uma surpresa.
Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, sorrindo, de mãos dadas
e começaram a construir outro castelo...
Compreendi que havia recebido uma importante lição:
Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa.
E mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.
Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar,
será capaz de dar uma reviravolta !!!.

Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.


Marcos Fabossi




FONTE

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Poder da Gentileza



Eminente professor, interessado em fundar uma escola num bairro pobre,
onde centenas de crianças desamparadas cresciam sem
o benefício das letras,
foi recebido pelo prefeito da cidade.

O prefeito ouviu-lhe o plano e disse-lhe :

- A lei e a bondade nem sempre podem estar juntas.

Organize uma casa e autorizaremos a providência.

O benfeitor dos meninos desprotegidos considerou :

- Mas, doutor, não dispomos de recurso.

Que fazer ?

De qualquer modo, cabe-nos amparar os pequenos analfabetos.

Diante de sua figura humilde, o prefeito disse:

- O senhor não pode intervir na administração.

O professor, muito triste, retirou-se e passou a tarde e a noite
daquele sábado, pensando, pensando ...

Domingo, muito cedo, saiu a passear, sob as grandes árvore, na direção de antigo mercado.

Ia comentando, na oração silenciosa :

- Meu Deus, como agir ?

Não recebemos um pouso para as criancinhas, Senhor ?

Absorvido na meditação, atingiu o mercado e entrou.

O movimento era enorme.

Muitas compras. Muita gente.

Certa senhora, de apresentação distinta, aproximou-se
dele e tomando-o por servidor vulgar, de mãos desocupadas e cabeça vazia, exclamou :

- Meu velho, venha cá. O professor acompanhou-a, sem vacilar.

À frente dum saco enorme de verduras, a matrona recomendou :

- Traga-me esta encomenda.

Colocou ele o fardo às costas caminharam uns quinhentos metros e
penetraram elegante vivenda.

Ela solicitou de novo :

- Tenho visitas hoje ! Poderá ajudar-me no serviço geral ?

- Perfeitamente. Dê suas ordens.

Ela indicou pequeno pátio e determinou-lhe a preparação
de meio metro de lenha para o fogão.

Empunhando o machado, o educador, com esforço, rachou algumas toras.

Em seguida, foi chamado para retificar a chaminé.

Consertou-a com sacrifício da própria roupa.

Sujo de pó escuro, da cabeça aos pés, recebeu ordens de buscar um peru assado.

Pôs-se a caminho, por mais de dois quilômetros, trazendo o grande prato em pouco tempo.

Logo após, atirou-se à limpeza do extenso recinto em que se efetuaria lauto almoço.

Nas primeiras horas da tarde, sete pessoas davam entrada no fidalgo domicílio.

Entre elas relacionava-se o prefeito, que anotou a presença da
visitante da véspera, apresentando ao seu gabinete
por autoridades respeitáveis.

Reservadamente, indagou da irmã, que era a dona da casa, quanto ao novo conhecimento, conversando ambos em surdina.

Ao fim do dia, a matrona distinta e autoritária, com visível desapontamento,veio ao servo improvisado e pediu o preço dos trabalhos.

- Nem pense nisto - respondeu com sinceridade - tive muito prazer em ser-lhe útil.

No dia imediato, contudo, a dama da véspera procurou-o, na casa modesta em que se hospedava e, depois de rogar-lhe desculpas, anunciou-lhe a concessão de amplo edifício, destinado à escola que pretendia estabelecer.

As crianças usariam o patrimônio à vontade e o
prefeito autorizaria a providência com satisfação.

O professor teve os olhos úmidos de alegria e reconhecimento ...

... e agradecendo, beijou-lhe as mãos, respeitoso.

A bondade dele vencera os impedimentos legais.

O exemplo é mais vigoroso que a argumentação.

A gentileza está revestida, em toda parte, de glorioso poder.


Do livro: A Vida Fala I
Autor Espiritual: Neio Lúcio
Médium: Chico Xavier



FONTE
http://bruxinhaalegre.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de abril de 2011

JOGO DE XADREX



Gifs e Recados para Orkut, Forums, Perfil Gratis !JOGO DE XADREZ


O jovem disse ao abade do mosteiro:

- Bem que eu gostaria de ser um monge, mas nada aprendi de
importante na vida.

Tudo que meu pai me ensinou foi jogar xadrez, que não
serve para iluminação.

- Quem sabe este mosteiro não está mesmo precisando de diversão
_ foi a resposta.

O abade, então, pediu um tabuleiro de xadrez, chamou um monge
e mandou-o jogar com o rapaz.

Mas antes da partida começar, acrescentou:

- Embora precisemos de diversão, não podemos permitir que todo mundo
fique jogando xadrez.

Então, teremos apenas o melhor dos jogadores aqui.

Se nosso monge perder, ele sairá do mosteiro e abrirá uma
vaga para você.

O abade falava sério.

O rapaz sentiu que jogava por sua vida, e suou frio.

O monge começou a perder.

O rapaz atacou, mas então viu o olhar de santidade do outro.

A partir desse momento, começou a jogar errado de propósito.

Afinal de contas, preferia perder, porque o monge podia
ser mais
útil ao mundo.

De repente, o abade jogou o tabuleiro no chão.

- Você aprendeu muito mais do que lhe ensinaram - disse.

- Concentrou-se o suficiente para vencer.

Foi capaz de lutar pelo que desejava.

Em seguida, teve compaixão e disposição para sacrificar-se em
nome de uma nobre causa.


Seja bem-vindo ao mosteiro, porque você sabe equilibrar
a disciplina
com a misericórdia.


( Autor Desconhecido)
FONTE

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Lebre e a Tartaruga






A Lebre e a Tartaruga

Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.

A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.

Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações,
desafiou a lebre para uma corrida.


A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.

Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com
seus passinhos lentos, porém, firmes.


Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil,
parou e resolveu cochilar.


Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.

Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha
de chegada, toda sorridente.


Moral da história: Devagar se vai ao longe!


FONTE:
http://mundomagicodapotica.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

PILOTO E O RATO







Um jovem piloto experimentava um monomotor
muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra Mundial,
mas que ainda tinha condição de voar...

Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo
de baixo de seu assento.

Era um rato que roía uma das pequenas
mangueiras que dava sustentação para o
avião permanecer nas alturas.

Preocupado pensou em retornar ao aeroporto
para se livrar de seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.

Então voou cada vez mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem, conseguindo assim, fazer uma arrojada aventura ao redor do mundo
que era seu grande sonho...

MORAL DA HISTÓRIA:

Se alguém lhe AMEAÇAR,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO,

Se alguém lhe CRITICAR,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO,

Se alguém tentar lhe destruir com
INVEJAS e FOFOCAS e,

por fim,

Se alguém lhe cometer INJUSTIÇAS,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO

Sabe por que ?

Os ameaçadores,críticos,invejosos e injustos
são iguais aos "RATOS",
não resistem a grandes alturas.

Pense nisso...

Desejo a você um
ÓTIMO VOO
ao longo da sua vida...


Texto escrito por Luiz Jorge
(desconheço o sobrenome)

Mensagem do Dia
Programa Mais Você
27/12/2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

OLIMPÍADAS ESPECIAIS

Imagem: correndopelacidade.blogspot.com




Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida de 100 metros rasos.

Ao sinal, todos participaram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.

Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu
e começou a chorar.

Os outros ouviram o choro, diminuiram o passo
e olharam para trás.

Então viraram e voltaram.

Todos eles.

Uma das meninas com Sídrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:

- Pronto, agora vai sarar!

E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até alinhade chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos
duraram muitos minutos.

Talvez os atletas fossem
deficientes mentais...

Mas, com certeza, não eram deficientes espirituais...

" Isso porque lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir nossos passos."

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.

O sucesso é consequência".

Albert Einstein

Fonte:sentimentos-dispersos.blogspot.com


terça-feira, 5 de outubro de 2010

CONHECIMENTO E SABEDORIA


Dois discípulos procuraram um "mestre" para saber a diferença entre conhecimento e sabedoria.
O "mestre" disse-lhes:
"Amanhã, bem cedo, coloquem dentro dos sapatos 20 grãos de feijão, 10 em cada pé.
Subam, em seguida, o monte que se encontra junto
a esta aldeia, até o ponto mais elevado,
com os grãos dentro dos sapatos."
No dia seguinte, os jovens discípulos começaram
a subir o monte.
Lá pela metade, um deles estava padecendo
de grande sofrimento.
Seus pés estavam doloridos e ele reclamava muito.
O outro subia ,naturalmente, a montanha.
Quando chegaram ao topo, um estava com o semblante marcado pela dor, o outro, sorridente.
Então, o que mais sofrera durante a subida
perguntou ao colega:
"Como você conseguiu realizar a tarefa do mestre
com alegria,enquanto para mim foi uma
verdadeira tortura?".
O companheiro respondeu:
"Meu caro colega, ontem à noite cozinhei
os 20 grãos de feijão."

Desconheço a autoria

Fonte: Site de Ana Maria Braga

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A lição da borboleta


Uma pequena parábola que nos faz refletir sobre a função dos obstáculos
e das dificuldades que encontramos na vida.

Sentado ao pé de uma árvore, um menino observava atentamente
o lento nascimento de uma borboleta.

Há algumas horas ela se esforçava para fazer o corpo passar
pela pequena abertura em seu casulo.

Até que, num dado momento, pareceu ter ido o mais longe que podia;
já não fazia mais nenhum progresso.

Aflito, o menino decidiu ajudar a borboleta.

Com uma tesoura, cortou o casulo e a libertou.

O corpo do inseto estava murcho e suas asas, amassadas.

O menino continuou a observar a borboleta.

Estava certo de que, de uma hora para outra, ela sairia voando.

Mas, não foi isso que aconteceu.

Na verdade, o bichinho passou o resto da vida rastejando
com um corpo fraco e as asas encolhidas.

Nunca foi capaz de voar.

O menino só quis ajudar a borboleta.

Mas ele não compreendia uma coisa: que era justamente por meio
do esforço que o corpo e as asas dela se fortaleciam.

Que era desse modo que Deus, em sua sabedoria, a preparava para voar
assim que a borboleta deixasse o casulo.

Também nós, muitas vezes, precisamos passar por situações difíceis na vida.
Se não fossem os obstáculos, o que nos tornaria fortes?

A vida é assim:

pedimos força e recebemos dificuldades para nos fazer fortes;

pedimos sabedoria e recebemos problemas para resolver;

pedimos coragem e recebemos perigos para enfrentar;

pedimos amor e recebemos pessoas com problemas para ajudar;

pedimos favores e recebemos oportunidades.

Talvez não recebamos exatamente o que pedimos.

Mas sempre temos tudo de que precisamos.

De autor anônimo