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quarta-feira, 7 de julho de 2010

O contrário do amor- Martha Medeiros (resumo)





Lendo no site de Ana Maria Braga (09-06-2010) o texto ¨O contrário do amor", pensei em fazer
um breve resumo.

Tento ser fiel quanto a proposta da autora
e suas palavras.

A intensão é compactá-lo, facilitando o entendimento sobre o preceito que se pode extrair do
pensamento de Martha Medeiros.

Além de que devemos guardar bons ensinamentos.


Resumo:

" O ódio e o amor habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que pode doer mais: ser odiado ou escanteado?

O ódio é também uma maneira de se estar
com alguém.

Já na indiferença seu nome não existe
mais no cadastro.

Não existe a preocupação de encontrar maneiras de prejudicar o objeto de ódio,chegando ao ponto de esquecer de si mesmo para atrapalhar
a vida do outro.

Quando alguém nos odeia é sinal que estamos sendo valorizado, nossa existência é reconhecida e que provocamos qualquer tipo de sensação, boas ou ruíns.

Quando se odeia, despediça-se energia,
neurônio e tempo.

Dedica-se o rancor,a ira, um pouco de sabedoria e humor para aturar o seu alvo.

O ódio se tivesse cor, seria vermelha,
tal a cor do amor.


Porém, ao ignorarmos não julgamos, não nos comovemos com a presença nem nos
incomoda a ausência.

A indiferença,seria então cor da água, cor do ar,
cor de nada."



Comentário:

Com certeza prefiro viver o amor sem nenhum vestígio de ódio, pois isso conduz

malefício a todos.

Um amor puro, saudável, normal é tudo que merecemos na vida.

Somos criaturas de Deus, que viemos para nos desenvolver e melhorarmos , sem necessitar de ódio, mesmo para não ficarmos na indiferença.

Quero ser esquecido por quem não simpatiza, não concorda, nem aspira meu viver.

Creio que não tenho elementos suficientes para sentirem ódio de mim, nem odiar ninguém.

Mesmo com tremendas injustiças, que tive de
livrar-me na vida.

Posso discordar das atitudes, não proceder errôneamente como certas pessoas,etc.

Mas daí, sentir ódio...?!

Acredito que odiar e amar caminham em paralelo.

Andam lado a lado, mas não se encontram,
não se unem.

Enquanto o ódio é o contrário da indiferença.

E a rejeição considero o melhor para afastar o maléfico.

Porém, aspiro para mim e os 'meus', somente
AMOR trilhando nossos caminhos.

Esquecer e jogar fora, tudo que nos fêz de ruim.
Rogéria Costa


Comentário do texto de Martha Medeiros -
"O contrário do amor".
Rogéria Costa

quarta-feira, 26 de maio de 2010

VAMPIRO ENERGÉTICO







Lendo um artigo alusivo ao "vampirismo energético",
achei de suma importancia tercer e registrar
comentários sobre o tema.


Segundo o texto de Luiz Antonio Gasparetto, entendi que, existem momentos na vida onde nos deixamos influenciar pelo outro, assumindo a responsabilidade por
terceiros que se apropria da nossa energia.


Quando abastecemos o outro com nosso centro de força, ocorre este fenômeno -VAMPIRÍSMO ENERGÉTICO.

Muitas vezes, deixamos de rebater e nos defender contra certos ataques vampirísticos.

Na minha opinião,devido a vários fatores,como por exemplo... formação, educação, caráter,amor,respeito,vergonha, companherismo,
despreparo,desconhecimento,etc.


Por isso, acredito que em certas situações onde
deparamos com pessoas negativas desse tipo, não conseguimos detectar seu real objetivo ao nos defrontar.


Valendo-se do nosso nervosismo e da sua dominação, costuma controlar uma situação, tornando-se vítima e deixando-nos culpados.

Por isso, nosso sexto sentido pode falhar em percebermos que estamos diante de um vampiro energético.

Assim, precisamos dar maior atenção a nossa intuição,e exercitá-la, também, para eliminarmos essas interferências.

O autor descreve duas maneiras, entre muitas, de reconhecermos características desses
sugadores de energia.


Copiando, literalmente, suas palavras,
pretendo facilitar o entendimento para as
versões de vampirismo
que podemos encontrar no cotidiano.


VAMPIRO COBRADOR:

"Ele já chega cobrando, antes de cumprimentar:
"Pôxa, voce nem me telefonou !".

E, se voce é cobrável, começa a se desculpar e acaba
sob o domínio dele.

Cede de primeira e ele rapidamente o coloca
na condição de devedora.

Porém, é o suficiente para a aura dele engrenar na sua.
Resultado: bate uma sensação de fraqueza, perda de energia.Chega a dar tontura.
E como cortar essa influencia?
Reagindo! Não dê atenção ás cobranças.
A defesa é questão de posse.
A melhor tática para lidar com vampiro é encará-lo e falar a verdade, ainda que seja, deselegante.
Não se deixe constranger."

VAMPIRO CRÍTICO

" É todo questionador:
"Mas voce vai sair assim?",
"Menina, como voce fez aquilo?

Ele critica, e voce, para agradar, se justifica,
permitindo que ele seja seu juiz.
É impressionante, qualquer crítica nos afeta!
Não queremos que pensem mal da gente, essa é uma dificuldade de se impor.
Pense: "Tenho minha visão e é ela que vale.
O que o outro pensa não importa.
Asuma e se banque já, para que o outro não roube seu entusiasmo."


Sites: www.vidaeconsciencia.com.br
www.revistaanamaria.com.br

FONTE: Revista Ana Maria
Editora Abril
N.710 - 21 de maio de 2010

* Nessa linha de pensamento, encontrei no blog www.uol.com.br/bemzen/ultnot/fang/ult53u169.htm um artigo de Vera Cabellero falando sobre
os principais tipos de vampiros.

Além do vampiro cobrador e do crítico,
que vimos acima,o texto delinea:

Vampiro adulador,
vampiro reclamador,
vampiro inquiridor,
vampiro lamentoso,
vampiro pegajoso,
vampiro grilo-falante,
vampiro hipocondriáco
e o vampiro encrequeiro.

Tudo isso é ruim para nossa evolução.


Os chamados vampiros energéticos, manifestam-se de maneira inconsciente, porque desaprenderam a se energizar na natureza.

Consequentemente,buscam essa energia nos outros seres humanos, em animais e, até mesmo, nas plantas.

Diz Joemir Rosa (blog-do-caminho.com) que para não permitirmos que isso ocorra conosco, devemos treinar nossa percepção e detectar
quem tenta nos vampirizar.

Joemir classifica no seu escrito, quatro tipos básicos de "vampiro energético", dos quais descreve
da seguinte maneira:

1- Intimidador:
Causa medo nas outras pessoas, grita, não te deixa argumentar, enfim, todo mundo tem medo dele.
As pessoas sentem-se mal, desenergizadas na sua presença.

2- Interrogador:
É a pessoa que até te ouve, te permite dizer o que voce pensa, enfim, parece que há diálogo.
Mas, na verdade, ela está apenas colhendo informações que irá usar contra voce.
A última palavra é sempre a dela, voce está
sempre errada!

3- Distante:
É uma espécie de "cria" do interrogador.
Imagine uma criança que tem um pai interrogador e vive dizendo que ela ( a criança) está sempre errada,que não nada certo e impondo suas opiniões e vontades.
Então, essa criança acaba se "distanciando", mantendo-se sempre calada, como se tivesse medo de se abrir,
de emitir sua opinião própria.
Fica "distante" de tudo e de todos,
como se diz por aí, "na dela"!
Para saber sua opinião, voce precisa arrancar daquela criança, e com isso, sente-se desenergizada.

4- Vítima:
É a pior de todos os quatro tipos.
É a "cria" do intimidador, que se aproxima de voce, apenas, para dizer que tudo está mal na vida e tudo de ruim acontece com ela.
Então, voce pensa:
"Poxa! Eu fico reclamando de barriga cheia".
"Tem tanta gente pior que eu."
Pronto!
Voce sente-se mal com isso... portanto, foi vampirizado. Além de roubar-lhe energia, ainda, deixa
um grande peso na consciencia.

Para bloquear essas situações, devemos, primeiro, conscientizarmos de como acontece, identificar esses tipos de pessoas e dos papéis que exercem.

Como se fosse um teatro com 4 personagens e uma única trama: roubar energia uma das outras.

Devemos ajudar quem nos procura, mas jamais
sentir-se mal por ela.
O texto nos diz "chore comigo...mas
jamais chore por mim."

"Não devemos esquecer do nosso próprio poder em exercer um desses papéis em relação as demais pessoas!
Portanto, trate de identificar quem é voce e pare de vampirizar os outros também!"

Joemir indica como fonte de mais informações sobre o tema o livro "Profecia Celestina" de James Redfield.

* "(...) Os vampiros de "talento" são sempre insatisfeitos, não podem suportar a própria impotência, em todos os sentidos, e tudo faz para ser algo entre
os que o são de fato.

Em grau menos pronunciado, verifica-se o vampirismo das mulheres que tiranizam seus maridos com
crises de lágrimas;
os vampiros, os jeremiadas de preguiçosos que " chora miséria" para obter as graças altruísticas dos
simplórios caritativos;
as explosões de cóleras de vampiros, crianças e adolescentes que por esse meio governam os pais;

os vampiros excessivamente inflacionados que acham que a sociedade foi feita única e exclusivamente
para servir como escravos;

os vampiros buracos negros são os mais desalmados,
que sulgam tudo o que podem,
ou melhor, roubam, pois são tão débeis em
todos os sentidos,
que acham que tudo que foi criado pelo trabalho individual e coletivo,
está aí para ser roubado por qualquer meio dissimulado".

Fonte: http;//portugalparanormal.com
Todos os direitos reservados a Stratus Scorpion


Em muitas ocasiões, literalmente reproduzi as palavras dos autores pesquisados sobre a questão.
Maneira de facilitar o melhor entendimento
das mensagens que cada um pretende passar para o leitor.


Que Deus nos proteja e afaste o vampirismo energético
das nossas vidas, livrando-nos, também, de sermos condutores desse fenômeno tão negativo.
Rogéria Costa






sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Amigo da onça






O famoso personagem foi criado pelo
cartunista pernambucano Péricles de Andrade Maranhão, em 1943, e publicado de 23 de outubro de 1943 a 3 de fevereiro de 1962.
Os diretores da revista O Cruzeiro queriam criar um personagem fixo e já tinham até o nome,adaptado dessa famosa anedota.


¨Dois caçadores conversam em seu acampamento:
- O que voce faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente ?
- Ora, dava um tiro nela.
- Mas se não tivesse nenhuma arma de fogo?
- Bom, então eu matava ela com um facão.
- E se voce estivesse sem o facão ?
- Apanhava um pedaço de pau.
- E se não tivesse nenhum pau ?
- Subiria na árvore mais próxima.
- E se não tivesse nenhuma árvore ?
- Sairia correndo.
- E se tivesse paralisado pelo medo ?
Então, o outro, já irritado, retruca:
- Mas, afinal, voce é meu amigo ou
amigo da onça ? "


Após a morte do autor, em 1962, o personagem continuou publicado, desenhado pelo cartunista
Carlos Estevão, até 1972.


Fonte: WIKIPÉDIA


Quantas vezes encontramos pessoas derrotistas, que nos deixam sem esperança, com o propósito de retirar o estimulo, nutrindo-se do fracasso.
São os amigos da onça...!
É preciso mostrá-los o verdadeiro sentido da amizade, pois ninguém pode ser feliz com a desgraça alheia.
Rogéria Costa
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